TUDO SOBRE

ADMINISTRAÇÃO DE PEQUENAS EMPRESAS

Quando pensamos em uma pequena empresa, automaticamente atribuímos a ela tudo em menor proporção, verdade? É uma estrutura de negócio mais enxuta, logo, o seu gerenciamento parece algo mais simples. E sendo assim, todo pequeno negócio será visitado pelo sucesso, correto?

 

Um longo e sonoro NÃO. E tenho provas para rebater esta crença limitante da maioria dos pequenos empreendedores. No Brasil, a taxa de sobrevivência de pequenas empresas, entre 2010 e 2014, excluindo os MEI, era de 58%, segundo o SEBRAE.

 

Ou seja, o restante dos pequenos empreendimentos não sobreviveu após os dois primeiros anos de abertura. E apesar da situação ser definida por uma série de fatores, a capacitação na gestão empresarial falou alto. Além dela, a falta de planejamento e a deficiente gestão dos negócios em si colaboraram.

 

Assim, fica claro que a administração de uma pequena empresa exige o mesmo que qualquer outro porte de negócio. Seja a nível de preparo, dedicação ou busca por alternativas gerenciais que se adequem à sua realidade interna e externa.

 

Portanto, se você é um empreendedor constituído ou pensa em abrir seu pequeno negócio, este artigo é para você. Uma fonte riquíssima sobre como a administração pode influir no sucesso de uma pequena empresa. Se é sucesso que quer para seu negócio, continue a leitura.

A administração responsável e equilibrada é a chave para o sucesso

Uma pequena empresa, apesar de possuir uma dinâmica mais compacta, tem questões relevantes para serem tratadas. Sua gestão necessita ser muito assertiva, com recursos limitados, tudo necessita ser muito bem gerido. É preciso conta com uma gestão equilibrada e eficiente.

 

O gestor deve estar atento a cada departamento, processo e informação que componha o corpo da empresa.  Muitas vezes o setor operacional é priorizado em detrimento dos setores estratégico e tático. Contudo, a boa gestão é a mola mestra do negócio, sem ela mesmo a mais eficiente operação falha.

 

Toda empresa, independente de seu porte e mercado, precisa possuir uma gestão de alto nível. Isto implica estar atento aos processos e atividades que definem as atividades do seu negócio.

 

E não basta apenas conhecer a dinâmica, é preciso acompanhar os seus resultados. Sejam os processos técnicos ou humanos, todo o desempenho deve ser mensurado e registrado. É desta forma que falhas podem ser detectadas e melhorias propostas.

 

Por isso o planejamento é o recurso tão efetivo e leal no momento de estruturar a gestão da sua empresa. Com o dinamismo de mercado que vivemos estar preparado para mudanças bruscas evita consequências drásticas.

 

Em pequenas empresas é muito comum que a ação seja priorizada. Com baixo capital e recurso humano a busca por resultados é que prevalece. Contudo, adotar a cultura do planejamento é uma questão de sobrevivência para qualquer organização corporativa.

 

Levando em conta que a maioria das pequenas empresas falharão neste quesito, você pode usar isto em seu favor. Com metas e estratégias devidamente planejadas você sai na frente em competitividade com outras empresas que não priorizam o planejamento.

O papel do gestor enquanto empreendedor à frente da pequena empresa

Apesar do cenário hostil e competitivo vivido pelo mercado nacional, o número de empreendedores cresceu. Têm sido as micro e pequenas empresas as grandes responsáveis pelo papel de geração de postos de trabalho. E isso em meio à recente crise foi a tábua de salvação para muitos.

 

E este número crescente de empreendedores segue na mesma direção do sonho de muitos brasileiros: ser dono do próprio negócio. Dar adeus ao chefe e trabalhar com o que você realmente gosta, este sonho tem tirado muitos planos do papel.

 

Contudo, no afã da conquista da autonomia financeira e de trabalho, muita gente tem começado de forma desordenada. E é este o ponto que leva boa parte dos pequenos negócios para o fundo do baú.

 

Você quer ver como se sai à frente de um negócio ou quer empreender de verdade?

O perfil do empreendedor em uma pequena empresa de sucesso

Um empreendedor é alguém que deseja começar algo novo, tirar planos do papel e agir. Ele tem uma imaginação bem-dotada, desenvolve e realiza suas visões. Se motiva pela autorrealização, mas principalmente pela assunção de responsabilidades.

 

Uma pequena empresa pode ser uma aposta, afinal todo negócio possui riscos embutidos. Porém, o empreendedor à frente da empresa precisa estar devidamente preparado para lidar com todas as nuances.

 

Um empreendedor de sucesso não é aquele que conseguiu materializar o seu pequeno negócio. Mas sim, que fez dele uma inovação em seu setor, enxergando saídas nunca antes vistas por outros.

 

Ele conseguiu abrir, manter e solidificar sua fonte rentável.  Possui imaginação, habilidade de organizar e liderar pessoas, grande determinação e conhecimento técnico acerca de etapas e processos.

 

Portanto, para que uma pequena empresa se torne próspera ela precisa contar com um bom líder. Ele precisa ter sede de conhecimento, ler e se inteirar bastante sobre o nicho de mercado em que atua.

 

Para quem está iniciando este pode ser o grande diferencial, afinal, provavelmente acumulará diversas funções dentro da empresa. Você é o grande responsável pelo seu negócio e é preciso assumir os encargos e o ônus.

 

É preciso contar com o mínimo de conhecimento acerca de gestão financeira, de estoque e vendas, além de RH. Estes são alguns dos pontos cruciais que podem definir o sucesso ou o fracasso da sua pequena empresa.

 

E não estamos falando necessariamente de um curso acadêmico. A própria internet, quando bem utilizada, é fonte de muita informação rica e instrutiva, há muitos cursos e materiais online de qualidade.

 

Portanto, prepare-se para estar à frente do seu negócio. Encare o desafio de forma consciente e responsável. Assuma a responsabilidade pelo seu sucesso.

A importância das técnicas de administração

Sem dúvida, um dos maiores entraves para o pequeno empresário brasileiro são a carga tributária e a burocracia. Por isso, os empresários de pequeno porte precisam conhecer preceitos básicos de administração no momento de pôr a mão na massa.

 

Por isto tratamos no tópico anterior sobre a importância de ser, antes de mais nada, um empreendedor. É o espírito empreendedor do pequeno empresário que o fará liderar uma pequena empresa de sucesso.

 

E como apoio a este sucesso é muito importante se valer de ferramentas de gestão empresarial. Elas são metodologias criadas ao longo dos anos de estudos em administração por teóricos deste campo.

 

Por meio do uso delas é possível mensurar os resultados internos, redefinir estratégias, analisar a concorrência e muito mais. São instrumentos técnicos da administração empresarial e sua aplicação, apesar de simples, exige análise crítica, racional e fundamentada.

 

Existe sempre uma que se adequará melhor ao seu formato de negócio e/ou ao momento de sua empresa.

Análise SWOT

A análise SWOT é empregada a fim de delimitar, principalmente, pontos fortes e fracos para a empresa. Com isto pode-se corrigir vulnerabilidades e potencializar capacidades de realização.

 

Em português as iniciais definem: forças, fraquezas, oportunidades e ameaças.

  • Forças: Quais são os reais pontos fortes do negócio?
  • Fraquezas: Quais os reais pontos fracos do negócio?
  • Oportunidades: Quais são as oportunidades para o negócio?
  • Ameaças: Quais os riscos para o negócio?

 

É a partir destes quatro questionamentos que o gestor pode projetar uma visão de futuro. identificando tendências e tendo tempo hábil para realização de intervenções.

As 5 forças de Porter

Michael Porter é o criador deste método. Ele trata de um dos pontos vitais com os quais a pequena empresa deve se preocupar: a concorrência. Esta metodologia permite criar estratégias para superar seus concorrentes.

  • Rivalidade com concorrentes; quem são eles e quais são suas vantagens competitivas?
  • Novos concorrentes: com quais ações sua empresa pode desestimular esse movimento?
  • Novos produtos: quais bens ou serviços podem inovar o que sua empresa já oferece?
  • O poder de negociação de fornecedores: como manter bons parceiros sem se tornar dependente?
  • O poder de negociação com os clientes: como garantir que eles não migrem para a concorrência?

Matriz BCG

Este método se presta a analisar o ciclo de vendas dos produtos ou serviços. Com isto é possível identificar aqueles com potencialidade para manutenção de investimento e outros que devem ser repensados.

 

Os quesitos avaliados são a taxa de crescimento e a participação no mercado, definindo-se tais grupos:

  • Vacas leiteiras: lucro com pouco tempo e dinheiro
  • Estrelas: lucro com muito investimento
  • Pontos de interrogação: sem grande lucro mesmo com bom investimento
  • Abacaxis: não geram lucro, desperdiçam tempo e dinheiro

 

A avaliação deve ser feita em ritmo constante. A fase do ponto de interrogação é quando do lançamento do produto. Se após um tempo esta avaliação é realizada e ele virou um abacaxi, deve-se pensar em descontinuá-lo. Já se tenha se tornado uma estrela, a meta é ser uma vaca leiteira.

Balanced scorecard

Esta metodologia mensura o nível de desempenho da empresa e se está em acordo com os objetivos estratégicos definidos. Também se vale de quatro indicadores:

  • Aprendizado e crescimento: as habilidades da equipe permitem melhores resultados e inovação na apresentação
  • Processos internos: quando qualificados se refletem no nível de satisfação do cliente
  • Clientes: cliente quando satisfeitos contribuem para melhores resultados
  • Financeira: uma boa situação financeira permite o crescimento e o investimento livre

 

É preciso ao final comparar o esperado com o resultado obtido. Assim é possível identificar os setores desajustados e alinhá-los às metas definidas. Onde e quando se deve empregar recursos financeiros, humanos e físicos.

Benchmarking

Esta é uma ferramenta estratégica da gestão empresarial para identificar e mensurar as potencialidades da concorrência. Desta forma, filtramos os pontos fortes que podem ser explorados dentro da nossa empresa. Não se trata de copiar a concorrência, mas fazer adaptações vantajosas.

 

O benchmarking pode ser:

  • Interno: se volta para o ambiente interno da própria empresa, o que é feito em uma área que pode ser adaptado à outra
  • Competitivo: o clássico benchmarking de comparação com a concorrência
  • Funcional: compara a dinâmica de trabalho, mesmo com empresas de outros ramos
  • Cooperativo: consiste na partilha de informações entre empresas parceiras.

Pirâmide de Maslow

Modelo desenvolvido por Abraham Maslow, também é chamado de Teoria das Necessidades Humanas. Ele define indicadores ligados à motivação dos colaboradores. Com estes índices você conhece a realidade deles e como mantê-los focados nos objetivos da organização.

Da base para o topo as demandas dos colaboradores estão alinhadas segundo maior urgência de atendimento. O líder precisa estar atento à cada necessidade individual de cada colaborador seu. Sua motivação é diretamente proporcional à sua capacidade produtiva.  

 

Estas são apenas algumas das ferramentas de gestão que podem apoiar o empresário na definição do perfil de sua empresa. E além disto, definir as novas formas que este perfil deve assumir a fim de se manter presente no mercado.

A importância da comunicação dentro da organização.

A administração de uma empresa é pautada em muitos aspectos interdependentes. Mesmo estando a frente de ume pequena empresa, um gestor precisa estar atento a todos eles. Nada deve ser encarado como mero detalhe, tudo possui influência sobre os futuros resultados.

 

A comunicação é, dentre tantos aspectos, um dos que exercem maior destaque nos processos de uma organização. Por meio da comunicação externa os produtos e serviços são apresentados. Dentro da empresa é a comunicação interna que medeia todos os processos.

 

É preciso que estejam bem claros os objetivos da empresa para os seus colaboradores. Desde o anúncio de metas até tomada de decisões importantes, o corpo da empresa precisa falar uma mesma língua.

 

Por isso tem se falado tanto em aprimorar os modelos de comunicação interna dentro da organização. Muitas empresas sofrem por conta de formas ineficazes de comunicação que terminam por acarretar prejuízos concretos.

 

Contudo, existem estratégias que podem ser adotadas a fim de corrigir ou atenuar problemas internos com a comunicação.  Confira algumas delas:

 

Criação de canais de comunicação

Definir canais de comunicação é fundamental, seus colaboradores precisam saber onde buscar a informação. Exemplos são e-mail marketing, murais, página intranet e outros.

São muitas as possibilidades e você pode adequar ao seu orçamento. O importante é não deixar de eleger um meio através do qual tudo está disponível e facilmente consultável.

 

Abrir o espaço da comunicação para todas as áreas

Dentro das empresas, seja de pequeno, médio ou grande porte, é comum que a comunicação acontece unilateralmente. Porém, não é assim que deve acontecer, todas as áreas devem possuir carta branca para registrar informação.

Metas alcançadas, melhorias na área, novas implementações, eles podem e devem comunicar ao restante da empresa. É preciso apenas definir o setor habilitado a disparar os comunicados oficiais.

 

Incentive a comunicação entre os seus colaboradores  

Dentro de uma empresa os setores precisam manter a comunicação entre si. E não estamos falando de fofocas ou suposições acerca dos assuntos, mas sim de trocas positivas que engajem os colaboradores.

Portanto, estimule a troca de informação nos canais oficiais entre seus colaboradores.

 

Escute seus colaboradores

É muito comum que o colaborador seja solicitado para responder sobre seu desempenho ou nova atribuição. Mas são poucos os líderes que abrem espaço em sua organização para ouvir seu colaborador.

Essa comunicação de mão única termina engessando a expressividade do seu pessoal. Assim, determinados feedbacks deixam de chegar até você, principalmente os mais básicos dentro do processo de trabalho.

Demonstre que você está aberto e receptivo, inclusive para sugestões bem-vindas. Quando se sente parte do processo e não apenas peça, seu funcionário tende mesmo a ser um colaborador.

O plano de marketing

Bem, até aqui já falamos sobre a administração responsável, perfil do empreendedor, ferramentas de gestão e comunicação. Mas jamais deixaríamos de falar sobre a publicidade do seu negócio.

 

Traçar um plano de marketing para sua empresa é fundamental para que ela obtenha sucesso. Afinal, o velho ditado diz que “o que não é visto não é lembrado/desejado”. Por meio da publicidade suas chances de captação de clientes, aumento de vendas e lucro só crescem.

 

O mercado sofre mudanças ininterruptas e simultâneas, quem não estiver dois passos a frente pode ficar pra trás. E tudo isto tem muito a ver com a cultura de tendências e nisto reside o perfil do seu consumidor.

 

Por isso é importante conhecer o seu mercado e o seu público-alvo. É com base neles que você pode montar estratégias e criar ações de propaganda e divulgação para promover seu negócio.

 

Toda pequena empresa sabe que já nasce para enfrentar concorrência num mar agressivo. É preciso oferecer um diferencial para se destacar no mercado, para isso é preciso usar as ferramentas mais inovadoras.

 

Marketing digital é o nome dela, seu plano de marketing precisa contar com esta ferramenta. Ela conta com as seguintes vantagens:

Permite uma maior segmentação do público: isso evita esperdício de tempo e dinheiro. Você sabe exatamente onde está e quem é o seu cliente, é nele que concentrará esforços.

 

Permite acompanhar a trajetória de compra do cliente: o processo de compra do cliente passa por etapas.  Como e o que ele faz para chegar aos seus resultados? Tendo isto em mente você pode por em prática ações bem direcionadas.

 

Mais barato que outras formas de marketing: se estamos falando de pequenas empresas, o bom é limitar custos. O marketing digital é muito mais barato que as formas convencionais de publicidade.

 

Funciona para quase todo tipo de negócio: o marketing digital é extremamente adaptável. Você pode optar pelos canais mais apropriados ao seu produto/serviço e clientes. Com a acessibilidade da internet é muito fácil criar estratégias de alcance para todos os níveis de clientes.

Administrando um negócio próspero

Administrar uma pequena empresa não é uma tarefa simples, como visto ao longo do artigo, são inúmeros quesitos a definir. Porém, não é algo de dura complexidade ou execução.

 

Negócios nascem para atender necessidades, por isso é nisto que toda empresa deve centrar esforços. Para iniciar sua empresa tenha em mente que tipo de lacuna no mercado você pode preencher. Pense se há viabilidade que justifique seu investimento e dedicação.

 

Para quem já está no mercado e pensa em potencializar seus resultados saindo da mesmice, repensar estratégias é necessário. O mercado anda saturado de muitas ofertas similares, vence quem pode entregar maior valor agregado.

 

Todo o potencial da pequena empresa deve ser avaliado e trabalhado de forma a gerar lucro e autoridade. A mentoria de todo o processo parte da administração, que deve ser flexível e forte ao mesmo tempo.

 

É necessário saber delegar poderes quando for preciso. O administrador da pequena empresa costuma acumular funções, sem muitos recursos e equipe curta. Porém, toda pequena empresa quer um dia ser grande, e quando chegar a hora, será preciso distribuir tarefas.

 

Planejar setores e departamentos, de acordo com a demanda e a expressividade alcançada pelo negócio. O espírito adaptativo deve fazer parte do perfil do empreendedor. O mercado e a forma de fazer negócios mudam do dia para a noite.

 

As parcerias também devem ser trabalhadas, elas podem agregar conhecimento e experiência aos envolvidos. Além do mais pontual que é fazer corpo contra os grandes do referido ramo.

 

Não descuidar das finanças é um ponto chave. É muito importante estar atento ao fluxo de caixa, e aí entra o planejamento orçamentário. Com ele se pode antecipar despesas e receitas assegurando recursos para os itens básicos. Pagamentos, fornecedores e investimentos próprios.

 

Como bom gestor, permaneça atento aos indicadores de desempenho, eles determinam o caminho a seguir. E isto se aplica a todas as áreas, vendas, finanças, estoque, clientes. Administrar de forma satisfatória é saber planejar ações, organizar tarefas, dirigir e controlar recursos.

 

Uma pequena empresa deve ostentar uma missão que dialoga com sua visão e valores pessoais. Missão, visão e valores são diretrizes que refletirão a essência da empresa, o que ela busca enquanto uma organização comercial.  

 

É importante manter metas realistas, sabendo que elas podem ser alcançadas na mesma proporção da qualidade de gestão. Uma organização não funciona sozinha, e seu principal recurso, continua sendo o humano.

 

E por mais que a tecnologia avance, clientes preferem humanidade à robotização. Atenção desde a aquisição do produto ou serviço até seu uso efetivo e qualidade no atendimento.

 

Toda pequena empresa pode prosperar e se tornar um grande nome, tudo do que ela precisa é de um bom administrador.

ESCRITO POR:

Daniel Tito

Daniel Tito

Aprendiz

BAIXE GRÁTIS OS 3 E-BOOKs

ENVIAREMOS DIRETAMENTE PARA SEU E-MAIL
SEM ENROLAÇÃO

loading...

OUTROS ARTIGOS BEM LEGAIS 😜

Tudo sobre Administração de Empresas

Tudo sobre MINDSET

10 Livros para Jovem Empreendedor

Todos os direitos reservados – Jovens Mestres Academy® – 2019

Fechar Menu